ACESSIBILIDADE LINGUÍSTICA E DIREITO DA PESSOA SURDA
Experiência na Amazônia Insular
Palabras clave:
Accesibilidad Lingüística, Lengua Brasileña de Señas (Libras), Políticas públicas educacionaisResumen
Este artículo analiza la implementación de la accesibilidad lingüística mediante la traducción de convocatorias institucionales a la Lengua Brasileña de Señas (Libras) en el Instituto Federal de Educación, Ciencia y Tecnología de Pará (IFPA), Campus Breves, ubicado en el Archipiélago de Marajó. La investigación adopta un enfoque cualitativo y se caracteriza como un relato crítico de experiencia Este texto forma parte de la tesis doctoral del primer autor, dirigida por el segundo autor. Fundamentada en las contribuciones de Oliveira (2011), Quadros (2004), Skliar (2016), Santos (2010) y Mignolo (2008), la investigación comprende la accesibilidad lingüística como una práctica de justicia social y un derecho lingüístico. Los resultados evidencian que la traducción de convocatorias a Libras amplía el acceso a la información y fortalece la participación de la comunidad sorda en los procesos educativos, especialmente en un contexto marcado por desigualdades territoriales y limitaciones de conectividad. Se concluye que la accesibilidad lingüística constituye una estrategia fundamental para la democratización de la educación profesional y tecnológica en la Amazonía insular.
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Derechos de autor 2026 Milena de Nazaré Barreto da Silva, Alan Gonçalves Lacerda

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